quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Questões sobre o texto de Laymert dos Santos


Atividade 4° semana

1)      Segundo o autor Laymert Garcia dos Santos, como os indígenas nos mostram outras formas do virtual?

2)      Como esse repensar o virtual, pode nos ajudar a lidar melhor com  a cultura digital ou cultura cibernética, de uma forma mais ampla e mais completa?

3)      Laymert Garcia dos Santos, quando perguntado pela sua preferência pelo termo cibercultura à cultura digital, nos diz “... o pensamento é outro e o modo de pensar a cultura é outro. O que estamos vivendo não é um prolongamento do que ocorria antes. No meu entendimento, pelo menos, não é. Há uma ruptura”. (Santos. PP.286). Relacione essa afirmação coma s definições de cultura digital estudadas até agora por Santaella, Tas, Lemos e Palacios.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012


Discussões a cerca do texto de Marcelo Tas

      O apresentador Marcelo Tas, trata em um trecho de seu texto da superestimação e da subestimação do uso das tecnologias, não devemos ficar parados olhando nostalgicamente o que ocorre, como se tudo o que foi bom está no passado, como se tivéssemos que viver o passado para sermos felizes e nem achar que o que vivemos hoje em termos de tecnologia não está alterando em nada os rumos da sociedade, como se estivéssemos apenas cumprindo uma etapa de um curso super calmo de um rio. O autor questiona os extremos, assim como Lúcia Santaella quando nos fala as discussões sobre a pós- modernidade que se insinuou no seio da cultura em contrapartida a um momento de mudanças profundas sofridas em determinado período. Precisa-se dar atenção a fenômenos como os que estamos vivendo, fazendo parte e procurando entender cada vez mais os seus significados nas transformações sociais de hoje. Pensar ,criticar e entender esses processos sem manter a distância e sem venerá-los demais, achar um meio termo tal qual um cientista deve fazer com seu objeto de estudo.
      Vejo a citação do autor “Inventou-se a motocicleta e a gente fica falando do pneu, do aro, do banquinho e não falar da viagem que a gente tem para fazer com a moto” como sendo um alerta ao que falamos na questão anterior, não podemos ficar frente a tecnologia como crianças deslumbradas com um brinquedo novo e de última geração, as tecnologias estão ai para nos servirem e facilitarem a minha vida para que eu veja mais, aproveite mais, viva amis intensamente e não que eu me torne uma refém de seus caprichos e funções, sentir mais ao invés de olhar exteriormente acho que esse deve ser o sentido.
      O autor nos alerta para as novas formas de se relacionar com as informações, até mesmo cita que vivemos em um mundo repleto de informações, e que o que hoje temos em nossas mãos com essa gama de informações é o dever de selecionar o que é relevante, o que é importante no momento oportuno e saber fazer  a escolha certa no momento certo, discernir o que faz sentido pra mim, o que pode tornar a informação relevante em minha vida.
      James Bowen e Peter Hobson em um texto no site http://criticanarede.com/professor.html nos dá uma ideia do papel do professor como a que discutida pelo apresentador Marcelo Tas, ambas as abordagens nos fala para uma posição mais atuante e menos invasiva no processo de aprendizagem, o professor passa a ser aprendiz também junto com o aluno, assim a sala de aula passa a ser um local de discussão e construção do conhecimento, sendo assim possível  a seleção do que é relevante através do discernimento. Preocupa-me apenas nesse sentido quanto a maturidade dos educandos nesse processo.
      “Então a gente já vive imerso nesta gelatina de informação e cada pessoa tem o seu filtro, sua maneira de se relacionar com isso”, essa foi uma afirmação de Marcelo tas em seu texto, nos leva a refletir que como Lúcia santaella discutiu em seu texto e o que estamos fazendo aqui ao longo das discussões a cerca dessas questões é chegar a essa definição. A de que vivemos imersos em um processo diferente de cultura e que nem mesmo nos damos conta disso, nos utilizamos ao longo de muitos tempos de uma farta variedade de culturas e nunca nos sentimos pertencentes a ela, estamos acostumados a analisá-la, reverenciá-la, mas quase nunca a entender o seu papel em nossas vidas. Tentar manter a relação com os tipos de culturas de uma forma mais normal possível, para não incorrermos nos erros de nos distanciarmos demais ou nos absorvermos demais é uma tarefa que o professor deve fazer e entender a sua relevância.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012


Primeira  atividade realizada no curso de mídias na educação do Professor Cleomar Rocha

 O texto “Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano” da professora Lúcia Santaella nos caracteriza seis categorias de eras culturais em relação á informação, são elas a Cultura Oral, Cultura Escrita, Cultura impressa, Cultura de Massa, Cultura de mídias e Cultura Digital.
A autora nos apresenta essas seis eras como atuantes em todos os processos informativos aos quais estamos inseridos, mais não de uma forma linear e estática, ao longo do tempo e do processo histórico essas eras se embaraçam e vão ficando cada vez mais misturadas, em uma trama de difícil entendimento e compreensão, devido a complexidade de suas relações. Os principais teóricos sobre o assunto não conseguiram até hoje uma aceitação comum desse processo, versões são as mais variadas , não há consenso o que torna muito rico toda a discussão sobre o tema.
Utilizamos cada vez mais os vários meios de Cultura de informação ao mesmo tempo, oralmente, escrita, digitalmente e por outros meios, sem percebermos o quanto essas trocas são importantes no processo de estruturação da sociedade de agora e das que virão. A sociedade e o ser humano vem se transformando profundamente nos últimos anos, não podemos nos furtar disso, não podemos desclassificar nenhum tipo de Cultura, todas tem o seu peso e sua importância nesse processo, como já dissemos todas estão entrelaçadas. A autora nos coloca frente a um termo diferente e inquietante, o “pós humano”, que é esse ser que está se modificando e aprendendo a lidar com as transformações pelas quais estamos passando sem a ingenuidade de que já estamos prontos e nem a loucura de achar que não vale a pena, ainda vamos demorar para entender um processo não extremista nesse sentido, mais a própria atividade aqui desenvolvida é um caminho para que essa distância seja encurtada.
Nos encontramos hoje imersos nesse emaranhado de Culturas, todas nos carregando e nos cobrando respostas, respostas essas que muitas vezes as damos de forma preconceituosa sobre uma ou outra forma de Cultura, aprender a conviver com todas essas formas de Cultura é o grande desafio da humanidade.